Chega de Improviso

 

Bem-vindo à série de vídeos ‘Chega de Improviso, quem sabe não improvisa’.

Apresentação:
A série, de autoria de Jack Lima, é fruto de mais de 20 anos de pesquisa, no campo do Idioma
Musical, Idioma Matriz, com todo o conteúdo registrado e com todos os direitos reservados à EDITORA SMD.
Todos os dados são verdadeiros e podem ser consultados no portal www.smdjacklima.com.br.

É direcionada tanto para o público em geral como para a comunidade científica, servindo de apoio a quem trabalha com o idioma musical e a todos os que têm interesse ou dúvidas sobre o seu funcionamento.
Todo o conteúdo da série está disponibilizado no endereço www.smdjacklima.com.br/chegadeimproviso, sendo de livre acesso e em constante desenvolvimento.
Toda a série será para todos os instrumentos musicais e estilos.

O material encontrado nos vídeos da série, bem como na página youtube.com/dicionarioderitmo ou youtube.com/escolalinguamusical,
é oriundo do livro Dicionário de Ritmo, fruto da pesquisa supracitada, lançado em 2011 pela EDITORA SMD.
O livro ganhou repercussão internacional e foi homologado no Livro dos Recordes Brasileiros e Indiano, respectivamente.
Anexo ao livro, há também um software que tem a licença de uso liberada pelo mesmo, parte do pacote 3 em 1, oferecido pela Editora SMD mediante a aquisição do material pelo portal ou com o próprio autor.
O software foi homologado no Livro dos Recordes Brasileiros, em 2014, como sendo o primeiro software para prática da linguagem musical, no país.

A palavra ‘improvisação’ foi substituída pela palavra ‘conversação’. A mesma pode ser consultada no livro Dicionário de Ritmo, pág. 07, na introdução do autor, parágrafo 2. Assim sendo, a palavra ‘tocar’ foi substituída pela palavra ‘conversar’.

A ‘prática de banda ou repertório’, comumente usada nos conservatórios e universidades, mundo afora, foi substituída pela ‘prática de conversação’.
Assim sendo, trata-se de uma evolução no pensamento musical, pós Jazz ou música moderna.

Todas as substituições citadas acima foram necessárias para trazer coerência na prática do idioma matriz.
A mudança, através do conhecimento lógico e com base na tecnologia, é necessária para trazer evolução, do contrário, fica-se a mercê da influência, caracterizada por elementos derivados do empirismo e subjetivismo.
No pensamento tradicional, chega-se ao cúmulo de dizer que um ser nasce para a música, ao invés de dizer que o mesmo foi, um dia, treinado ou influenciado para tal, como acontece no idioma português, inglês, etc.

A pesquisa mostra que todo ser nasce sem a influência maligna, ela é instalada, naturalmente e primeiramente pelo contato com os pais, e depois pela cultura. Uma vez instalada na memória, a influência jamais será apagada.
O conhecimento lógico, adquirido mais tarde, traz coerência e equilíbrio para as informações instaladas anteriormente pela influência maligna.
Sobre a influência maligna, mais detalhes podem ser consultados no vídeo da palestra ‘A Lógica da Corda Real’, TEDx Unicamp, no endereço: www.youtube.com/watch?v=d0KR4yiWoTU .

Conclusão:
Todo músico, sem exceção, ainda nos dias de hoje, praticam, consciente ou inconscientemente, repertório, com a teorização proveniente do mesmo. Assim sendo,
todo aspirante a músico é direcionado, obrigatoriamente, ao repertório, sendo ele desde a mais tenra idade ou já adulto.
O problema em adotar o repertório como única fonte para a teorização aparecerá no futuro;
pela falta das informações da base lógica, elas que trarão clareza e fundamento para o que já está sendo executado ou falado.

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Artigo na revista Ritmo Melodia (clique aqui)

 

 

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